Visitas

Flag Counter

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

POR QUE LOJA MAÇÔNICA?

Qual maçom nunca foi questionado por um profano do porquê do termo “LOJA”? Muitos são aqueles que perguntam se vendemos alguma coisa nas Lojas, para justificar o nome.
Alguns, fanáticos e ignorantes, chegam a ponto de indagar que é na Loja que os maçons vendem suas almas Em primeiro lugar, precisamos ter em mente que, só porque “loja”, em português, denomina um estabelecimento comercial, isso não significa que o mesmo termo em outras línguas tem o mesmo significado. V e j a m o s: “Loge”, palavra francesa, pode se referir à casa de um caseiro ou porteiro, um estábulo, ou mesmo o camarote de um teatro. Mas os termos franceses para um estabelecimento comercial são “magasin”, “boutique” ou “commerce”.
Da mesma forma, o termo usado na língua inglesa, “lodge”, significa cabana, casa rústica, alojamento de funcionários ou a casa de um caseiro, porteiro ou outro funcionário. Os termos mais apropriados para um estabelecimento comercial em inglês são “store” ou “shop”. Já o termo italiano “loggia” significa cabana, pequeno cômodo, tenda, mas também pode designar galeria de arte ou mesmo varanda. Os termos corretos para um estabelecimento comercial são “magazzino”, “bottega” ou “negozio”. Em espanhol, “logia”, derivada do termo italiano “loggia”, denomina alpendre ou quarto de repouso. As palavras mais adequadas para estabelecimento comercial são “tienda” e “comercio”.

Por último, podemos pegar o exemplo alemão, “loge”, que não tem apenas a grafia em comum com o francês, mas também o significado: um pequeno cômodo mobiliado para porteiro ou caseiro, ou um camarote. Já os melhores termos para estabelecimento comercial em alemão são “kaufhaus”, “geschaft” ou “laden”. Com base nesses termos, que denominam as Lojas Maçônicas nas línguas francesa, italiana, espanhola, alemã e inglesa, pode-se compreender que as expressões referem-se a uma edificação rústica utilizada para alojar trabalhadores, e não a um estabelecimento comercial. Verifica-se então uma relação direta com a Maçonaria Operativa, em que os pedreiros costumavam e até hoje costumam construir estruturas rústicas dentro do canteiro de obras, onde eles guardam suas ferramentas e fazem seus descansos. Essas simples edificações que abrigam os pedreiros e suas ferramentas nas construções são chamadas de “loge, lodge, loggia, logia” nos países de língua francesa, alemã, inglesa, italiana e espanhola. A palavra na língua portuguesa que mais se aproxima desse significado não seria “loja” e sim “alojamento”.
Nossas Lojas Maçônicas são exatamente isso: alojamentos simbólicos de construtores especulativos. Isso fica evidente ao se estudar a história da Maçonaria em muitos países de língua espanhola, que algumas vezes utilizavam os termos “Alojamiento” em substituição à “Logia”, o que denuncia que ambas as palavras têm o mesmo significado. À luz dos significados dos termos que designam as Lojas Maçônicas em outras línguas, podemos observar que a teoria amplamente divulgada no Brasil de que o uso da palavra “Loja” é herança das lojas onde os artesãos vendiam o “handcraft”, ou seja, o fruto de seu trabalho manual, além de simplista, é furado. Se fosse assim, os termos utilizados nas outras línguas citadas teriam significado similar ao de estabelecimento comercial, se seria usado em substituição às outras palavras que servem a esse fim.
Na próxima vez que você passar em frente a um canteiro de obras e ver à margem aquela estrutura simples de madeira compensada ou placas de zinco, cheia de trolhas, níveis, prumos e outros utensílios em seu interior, muitas vezes equipada também com um colchão para o pedreiro descansar à noite, lembre-se que essa estrutura é a versão atual daquelas que abrigaram nossos antepassados, os maçons operativos, e que serviram de base para nossas Lojas Simbólicas de hoje.


IR. · .NEILTON G. RIBEIRO.
O R . · . U B E R A B A - M G .
JORNAL do APRENDIZ - EDIÇÃO DE OUTUBRO 2012
ANO IV Nº 40: PRODUZIDO PELA ARLS AMPARO DA VIRTUDE, 0276


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

PAZ PROFUNDA

Paz!!! Sentimento que buscamos incessantemente! Muitas pessoas dizem que viver na paz é viver sem problemas; eu diria que estas pessoas nunca experimentaram este sentimento, pois não há existência nem superação se não houver obstáculos. Eu penso ser a paz o bem maior da humanidade. Ela está dentro de cada um de nós, o tempo todo, nos menores detalhes… Basta prestarmos atenção! A parábola abaixo traduz, de forma delicada, o que compreendo ser o significado da paz.
Espero que apreciem e peço que, neste momento, se envolvam em uma energia de paz e a lancem ao universo para que todo nosso planeta receba esta vibração.
Havia um Rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a Paz Profunda.
Muitos artistas apresentaram suas telas. O Rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve de escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um Paraíso muito azul com tênues nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a Paz Profunda.
A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um Paraíso tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com relâmpagos e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada pacífico.
Mas, quando o Rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, em meio ao ruído da violenta turbulência da água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho… em profunda paz!
O Rei escolheu a segunda tela e explicou: – Paz não significa estar em um lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo para realizar ou livre das dores e das tentações da encarnação. Paz significa que, apesar de se estar em meio a tudo isso, permanecemos calmos e confiantes no santuário sagrado do nosso coração. Lá encontraremos a verdadeira paz profunda, em silenciosa meditação.”
Muita Paz e um Salve à Vida!!!

sábado, 1 de setembro de 2012

VOCÊ É LIVRE E DE BONS COSTUMES?

Ser livre significa não aceitar as verdades como verdades absolutas.
Ser livre significa mudar sendo consciente da mudança.
Ser livre significa ver o mundo como uma folha em branco, prestes a ser escrito.
A liberdade e os bons costumes estão no nosso dia a dia. Basta acolhê-los. Basta usá-los. Basta vivê-los.
Se você traz consigo os princípios da liberdade, igualdade e fraternidade sempre buscando em seus ideais elevar a virtude e colocar nas masmorras da consciência os vícios que possui, tens forjado em tua alma a força da liberdade e dos bons costumes.
Seja livre e mude.
Seja criador dos bons costumes e aproveite o presente para olhar o passado e planejar o futuro.
O sucesso pertence a quem tem coragem de ser livre, de bons costumes e ousado a mudar, criar, inventar, remodelar e viver como se cada minuto fosse o último.
Pare de apenas pensar. Planeje, execute e, sobretudo, seja a mudança que queres ver no mundo.
Frases sobre Costumes
"Qualquer povo defende sempre mais os costumes do que as leis."
(Barão de Montesquieu)
"Os costumes são uma das fontes da moral." (Henri Bergson)
"Quando julgares os costumes de uma pessoa, pensa nos costumes da coletividade." (Publílio Siro)
"O costume é o principal moderador dos atos humanos. Esforcemo-nos por adquirir e conservar bons costumes." (Francis Bacon)
"Os costumes estão corrompidos e depravados por causa da paixão pelas riquezas." (Cícero)
"A ti, que queres conhecer os costumes da raça humana, basta conhecer uma única casa." (Juvenal)
"Os costumes resultam do hábito convertido em caráter." (Thomas Hobbes)
"Os costumes daquele que não fala convencem-nos mais do que os seus raciocínios." (Menandro)
"Os maus costumes são a única coisa que as pessoas emprestam sem refletir."  (Jean Cocteau)
"Os costumes são a hipocrisia de uma nação." (Honoré de Balzac)
"O costume não só tem força de lei, mas também abole a lei, e é intérprete das leis."  (São Tomás de Aquino)
"Quando você chegar a uma cidade, siga os seus costumes." (Textos Judaicos)
"Um costume indica muito mais o caráter de um povo do que uma idéia."
(Pío Baroja)
"Vivamos de acordo com os costumes antigos, mas falemos segundo a linguagem atual." (Macróbio)
"Corrompemos os bons costumes com palavras más." (Andreas Schottus)
"Segui os vossos costumes; deixai a mim os meus." (Francesco Petrarca)
"Geralmente os costumes constroem a sorte da cada um." (Cornélio Nepos)
"A pior coisa que têm os maus costumes é serem costumes, ainda é pior que serem maus." (Padre Antônio Vieira)
"Os maus costumes mancham mais do que a lama." (Plauto)
"Os vícios de outrora são os costumes de hoje." (Sêneca)
"Os costumes já tomaram as leis em seu poder." (Plauto)

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O PROFETA AMÓS

Por mais que pareça transcendente, as previsões do Profeta Amós têm estreita ligação com os dias atuais, na questão da disputa de territórios entre o Estado de Israel e o povo palestino.
No tempo de Amós já ocorriam as disputas, mas eram mais voltadas às questões religiosas e raciais
Amós, foi um ferrenho adversário de Israel, notadamente da opressão proporcionada pelo povo judeu contra o sua gente.
De suas profecias, o grau de companheiro tomou emprestado o diálogo nº 7, onde Amós conversa com Deus sobre o prumo, instrumento que na simbologia maçônica representa o 2º vigilante, o qual, por sua vez, administra a coluna do sul, lugar dos companheiros maçons.
Eis o que ele me fez ver: que o Senhor estava junto a um muro levantado a prumo, e tinha um prumo na mão.
Perguntou-me o Senhor:
- Que vês tu, Amós?
Respondi:
- Um prumo.
Então disse o Senhor:
- Eis que eu porei o prumo no meio do meu povo de Israel e nunca mais passarei por ele.


O Livro de Amós

Amós é o mais antigo dos profetas menores do antigo testamento, cujas palavras nos foram conservadas em forma de livro. Amós era um camponês de Técua (vilarejo localizado cerca de seis milhas ao sul de Belém) e que exerceu atividade durante o reinado dos reis contemporâneos Ozias, de Judá, e Jeroboão II, de Israel, em torno do ano de 750 A.C.
O livro de Amós é uma grande coletânea de dados feita pelos seus discípulos ou em círculos proféticos, de oráculos e pregações do profeta, proferidos em várias situações. Embora a sua mensagem se dirigisse antes de tudo a Israel, vindo do Reino do Sul, ele não esqueceu Judá inteiramente (Am 6,1;8,14).
O livro de Amós é o terceiro dos doze profetas da Bíblia hebraica e latina, mas o segundo da grega. É o mais antigo dos livros proféticos. Começa com um título e uma exortação e apresenta três grandes partes: "O julgamento dos povos" (1,3-2,16); "Os discursos" (3,1-6,13); e "As visões" (7,1-9,8a). A conclusão (9,8b-15) é um acréscimo.

Quem era Amós?
O livro nos dá três informações sobre sua profissão: um pastor, criador de gado e cultivador de sicômoros
À primeira vista, pensaríamos que Amós fosse um grande proprietário e que sua atividade profética pudesse ser em defesa de seus interesses particulares. Todavia, segundo as escrituras, Amós foi uma pessoa pobre, com vários empregos, a serviço de outros para sobreviver. Ora trabalhava como pastor, ora como vaqueiro, ora como agricultor, dependendo sua labuta dos "bicos" que conseguia. Lembraria hoje o boia-fria que vive das oportunidades passageiras de trabalho. Nessa perspectiva, a palavra de Amós adquire outro sentido: torna-se denúncia de uma situação que gera a injustiça social e a pobreza do povo.
Em sua juventude ele não foi educado junto com os outros profetas, eis que, como já dito, trabalhava como pastor, cuidando dos seus rebanhos no vale de Asher, para ganhar a vida. Porém mais tarde foi chamado por Deus para divulgar suas profecias, e todas, obviamente, se tornaram célebres pela realidade.
Foi Amós quem previu que haveria um grande terremoto em Jerusalém que se espalharia por todo o país. Dois anos depois, quando o rei Ozias entrou no Santuário, no Templo Sagrado, e ousou oferecer incenso perante Deus, no lugar do Sumo Sacerdote Azariá, um terremoto abalou o Templo e fez o rei fugir aterrorizado .
Amós também profetizou, com dois anos de antecedência, a fome que grassaria sobre o país, de tal modo que nem o gado, nem as ovelhas teriam pasto.
Ele admoestava constantemente o povo e os advertia a não abandonarem as leis da Torá . Amós previu o julgamento Divino sobre os povos ao redor das fronteiras da Terra de Israel: os sírios a leste, os filisteus a oeste, os fenícios ao norte e Edom, Amon e Moab ao sul, que pelas suas práticas bárbaras e por infligirem sofrimento ao povo judeu, todos seriam amaldiçoados.
Amós não hesitou em censurar seu próprio povo nos termos mais enfáticos. Previu a guerra, a derrota, a destruição e grande sofrimento para seu povo por causa da sua falha em levar uma verdadeira vida conforme o Torá.
No entanto, suas últimas profecias descreveram os esplêndidos e gloriosos dias de Messias.

O Reino do Norte no tempo de Amós

No tempo de Jeroboão II, rei de Israel, entre 783 e 743 A.C., o reino do norte conheceu relativa tranquilidade pelo fato do império assírio estar ocupado com Damasco. Isso permitiu uma espécie de milagre econômico: Israel recuperou os territórios perdidos e houve uma fase de grande prosperidade, com muitas e luxuosas construções, aumento de recursos agrícolas, progresso da indústria têxtil e tinturaria.
O livro de Amós confirma esse desenvolvimento e progresso, acompanhado de injustiças e contrastes sociais, corrupção do direito e fraude no comércio. A religião servia para tranquilizar a consciência da classe dominante, fomentando o sentimento de superioridade em relação a outros povos. A aliança com Deus tornou-se letra morta, celebrada no culto, mas sem qualquer influência na vida diária.

A mensagem

É dentro dessa situação que Amós começa a falar. Além de denunciar a situação de desigualdade social, ele aprofunda sua crítica, principalmente no que se refere à religião. Denuncia uma religião que é mera fachada para a injustiça e que acoberta um sistema iníquo, já viciado pela raiz.
Amós viu que só uma mudança radical de vida salvaria Israel (Am 5,4-6.14s) e temia que ela não viesse. Só havia um meio de afastar aquela cólera, que se anunciava próxima: "Odiai o mal e amai o bem, estabelecei o direito à porta; talvez Javé, Deus dos Exércitos, tenha compaixão do resto de José" (Am 5,15).

Prumo de Deus

Vamos ver o que diz em Amós 7:7 que fala sobre o prumo de deus: "mostrou-me também isto: eis que o senhor estava sobre um muro levantado a prumo; e tinha um prumo na mão".
Portanto, é o Senhor mesmo que estava sobre o muro na visão de Amós. E aquele prumo em suas mãos é altamente revelador, uma vez que revela o império do desalinhamento, da desigualdade, da tortuosidade.
Podemos inferir daí que, da mesma forma como faz o pedreiro, que ao construir a parede utiliza-se do prumo para verificar se está certa, alinhada, Deus coloca o seu prumo em nossa vida, para que não Ele, mas nós mesmos percebamos as falhas de nossa índole, as quais precisam ser extirpadas.
Qual é o prumo de Deus? A Bíblia? Os padrões que a sociedade estabelece? O caminho que escolhemos seguir? Na consciência de cada um de nós está a resposta.

Conclusão

Nossa Ordem, sobretudo a simbologia do grau de Companheiro do REAA, tenta "passar o prumo" seguindo e utilizando-se de instrumentos, alegorias para que seus ensinamentos sejam solidificados em nossa alma e com isso sejamos alinhados à moral, aos bons costumes e tudo o mais que ela prega.
Muitas vezes, o maçom mais exaltado busca se equivaler ao "prumo" e sai a medir a parede dos outros e colocar defeitos nelas, esquecendo-se de pôr o prumo de Deus em si próprio.
Frequentemente discutimos em loja sobre falhas ou tortuosidade de alguns IIr.:, e questionamos severamente tais condutas. Porém, temos que ter em mente que não somos perfeitos, sendo essa a maior razão para que permaneçamos a lapidar as nossas pedras brutas. Entretanto, o maçom tem um diferencial, que é a consciência de sua limitação, de sua finitude. Cabe, pois, à Loja, em seu seio fraterno e utilizando-se do prumo, do nível e do esquadro, incutir no maçom a capacidade de extirpar seus defeitos.
A função do prumo em Maçonaria não é revelar falhas ou defeitos para arrastar-nos a juízo e desespero. A função do prumo é revelar falhas ou defeitos, para que possamos renascer a cada dia, lapidar a pedra bruta que somos e encontrar a verdade, a justiça e a perfeição.
Portanto, façamos com que o prumo revelado por Amós seja um instrumento de uso diário para cada um de nós.

Fonte:       Omero Souza Barbosa, M.:M.:


JOSÉ ARAGUAÇU – M.`. M.`. – ARLS Estrela do Xingu nº. 69.

sábado, 12 de maio de 2012

PORQUE AS MÃES CHORAM?


PORQUE AS MÃES CHORAM?

Por que você está chorando?
Ele perguntou à sua mãe:
_ Porque eu sou mãe, ela respondeu.
 Eu não entendi  , ele disse.
Ela apenas o abraçou e sussurrou:
 _Você nunca entenderá.

Mais tarde o menino perguntou ao pai
porque as mães parecem
chorar sem nenhuma aparente razão.
Todas as mães choram sem motivo,
foi o que o pai conseguiu responder.

O menino cresceu, tornou-se um homem
e ainda tentava entender porque mães
volta e meia estão chorando.

Após muitos anos, já em avançada idade,
ele deixou o mundo.
Quando sua alma viu-se frente a frente
com Deus, logo disse:
Senhor, nunca entendi porque mães
choram tão facilmente

Disse Deus:

 Quando eu criei as mães
tinha que ser algo especial.
Eu fiz seus ombros fortes o suficiente
para carregar o peso do mundo
e, ainda, suficientemente
confortáveis para dar apoio.

Eu dei a elas a força para
a hora do nascimento dos filhos
e para suportar a rejeição
que tantas vezes vem deles.

Eu dei a elas a fibra que permite
a continuação da luta
quando todos à sua volta já desistiram.

Dei-lhes a perseverança em proteger
a família por entre doenças e tristezas
sem jamais desistir de amar.

Dei-lhes a sensibilidade para amar seus filhos
diante de quaisquer circunstâncias,
mesmo que eles a tenham
magoado profundamente.

Essa mesma sensibilidade
as ajuda a silenciar
o chorinho dos seus bebês,
fazendo com que se acalmem e,
quando adolescentes,
que compartilhem com ela
suas ansiedades e medos.

... E, finalmente,
dei-lhes a lágrima para derramarem
sem nenhuma razão aparente.
É sua única fraqueza.

Por que fiz isso?
Para não diferenciá-las por completo
do restante da espécie humana.

 Why Mothers Cry -
Malcoln Robbins
Versão Silvia Schmidt

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

In Memoriam Irmão José Domingos Rodrigues

PROFISSÃO: MAÇOM

Para o Maçom, realizar uma tarefa é como elevar uma prece. Por acreditar ser capaz de colaborar com a Obra, ele se dispõe a aprender o Ofício. Ele tem orgulho da sua condição de Homem Livre e de Bons Costumes, espelhado na tradição centenária das Corporações Medievais que erigiam suas obras materiais sob a ótica da Perfeição. Volta-se para dentro de si e lapida suas asperezas como que talhasse uma Pedra Bruta a ser esquadrinhada e preparada para se encaixar no edifício, seu Edifício Interior. Ao contemplar seu trabalho, exulta com o resultado alcançado e sente-se feliz por ser capaz de contribuir com a felicidade da Humanidade.

A relação que há entre os Postulados da Maçonaria e o Maçom é a condição deste jamais negligenciar ou alterar, acrescendo ou suprimindo, o que lhe foi ensinado quando acolhido pela Ordem, pois, assim agindo, garantirá a Justeza e a Perfeição da Obra a ser construída.

A Tradição que alicerça a Maçonaria é sólida e os pilares de conduta em que se encontra apoiada foram erguidos com padrões de excelência. A perfeição da lapidação das pedras que a sustentam emprestam-lhe virtuosismo de detalhes só encontrado nas Obras dos Grandes Mestres.

Para incentivar o progresso intelectual e social da Humanidade, a Maçonaria oferece aos Maçons as ferramentas que o habilitam ao combate de toda manifestação de ignorância, de fanatismo e de superstição, que são os maiores males que afligem o Homem. Por outro lado, exige que o Maçom seja um Profissional no seu manuseio.

O Maçom realmente imbuído da sua missão trabalha e retrabalha com essas ferramentas, de forma ininterrupta, buscando a perfeição em cada detalhe, em cada corte, em cada encaixe. Como qualquer outro Profissional que alia sua inteligência à prática exigida por sua arte, orienta todos os procedimentos de forma que seu conjunto possa resultar numa Obra Perfeita, capaz de passar às gerações futuras como exemplo, como valor a ser resguardado.

Esta é a Missão da Maçonaria: fazer do Maçom um Construtor Social que se preocupa com o aperfeiçoamento e a progressiva e pacífica emancipação da Humanidade. Esta deve ser sua Grande Obra.

José Domingos Rodrigues – Grão-Mestre da GLMSC





Fonte: http://www.mrglsc.org/

sábado, 20 de agosto de 2011

Ser Maçom

Ser maçom é ser homem sem defeito
É ser fiel as cores da bandeira
Ser maçom é ter sempre sob o peito
Á pátria amada, nobre e sobranceira!
Ser maçom é ser reto e ser leal
Ser exemplo perante a sociedade
Ser maçom é ser exemplo de seu lar
Ser bom e praticar a caridade
Ser maçom é estar sempre de pé
Ser alerta alento aos perversos
Ser maçom é ter crença e ter fé
No Grande Arquiteto do Universo
Ser maçom é ser comunicativo,
É encarar a vida com alegria
Ser maçom é ser nobre, ser altivo;
Bom esposo e bom chefe de família
Ser maçom é ser pródigo nos conselhos
É ser grande vivendo na humildade
Ser maçom é viver sendo um espelho
Que reflete virtudes e bondade!
Ser maçom é sentir a dor alheia,
http://reporterdecristo.com/wp-content/uploads/2010/08/maconaria2.jpg

Da árvore da vida ser um galho
Ser maçom é viver como colméia,
Unida no amor e no trabalho!
Ser maçom é ser estudioso,
Nos misteres da loja ser profundo,
Ser maçom é ser calmo, ser bondoso

DIA 20 DE AGOSTO

DIA DO MAÇOM